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Nutrição & Saude
9 de abril de 2017
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Curiosidades , histórias e lendas da Gastronomia
18 de abril de 2017

Treinamentos

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             Resultado de imagem para imagem de treinamento em hotelaria a colaboradores na russia

Por que treinar Colaboradores?

São estas  pessoas que movem a empresa, que recebem os clientes ,que realizam os serviços e que consequentemente, giram o capital,  Assim, investir nestes cicerones de A & B ,  não é um simples custo, mas um meio para alavancar o desempenho da empresa, construa lideres p
ara sua empresa, enfim você  sera representado a todo momento, em todas as áreas, ou contraria é entrar em jaula de leões com um canivete.

  Hoje perde se mais clientes por falta de treinamento dos colaboradores do que por qualquer outra natureza , inclusive do preço, o bom atendimento cativa, recria e elimina dúvidas , acima de tudo fideliza
 
Habilidades de linguage                                                                                Treinamento de funcionarios           Habilidades técnicas                                                                                        Atendimento ao Cliente                   Habilidades interpessoal                                                                               Liderança de Equipe                   Habilidade para solução de problemas                                                      Planejamento de eventos                   Gestão de Vendas                                                                                              Gestão de Eventos                                 Hotelaria                                                                                                             Melhoria de processos                       Negociação                                                                                                          Recrutamento                                       Planejamento impresarial                                                                              Ecxel- office                                         Hospitality                                                                                                          Hotel monagement                             Palestras Motivacional ou Coaching
  • PERFIL DE PARTICIPANTES

    Participam dos Treinamentos da ´´Gourmet56 “ qualquer colaborador ou  profissionais que possa ser útil a empresa, profissionais e ou colaboradores que possam ter   um desafio profissional que pode ser solucionado por meio da tecnologia de treinamento e  da inteligência aplicada  para tomada de decisões.Ha varios tipos  de treinamentos que podem ser aplicados

  • PERFIL DE FACILITADORES“

    Os Consultores  de treinamento da Gourmet56 são profissionais formados em  Gastronomia, Nutrição, Rh ,enologia ,  mestres ou doutores, que possuem um convívio diário com as ferramentas necessárias  e com anos de experiência em Alimentos e bebidas e Nutrição.

  • MATERIAL DIDÁTICO

    • Apostila com conceitos, exemplos e exercícios;
    • Pen drive com versão demo do software, exercícios resolvidos e exercícios extras.
    • Slides explicativos
    • Palestras de treinamento do verdadeiro cotidiano
    • Cliente oculto
    • O que você pode fazer

      Chef: planejar e preparar cardápios. Coordenar equipes de cozinha em restaurantes comerciais, industriais, hospitalares, bares e bufês.

      Consultoria: prestar assessoria técnica para a abertura de restaurantes ou para propor melhorias em estabelecimentos já abertos, que podem ser desde uma alteração no layout da casa até a mudança de cardápios e fornecedores.

      Cozinheiro: atuar nas várias etapas da execução de um prato.

      Desenvolvimento de produtos: criar e preparar pratos para testar alimentos produzidos por uma indústria.

      Ensino: dar aula de culinária em escolas de gastronomia.

      Gestão do negócio: administrar todo o funcionamento de um restaurante, desde a contratação e treinamento de pessoal até os recursos financeiros e contato com clientes.

      Padeiro: dedicar-se à preparação de pães.

      Pâtissier: especializar-se em confeitaria e panificação, na preparação de pratos decorados e doces.

      Personal chef: atuar como chef de cozinha em residências particulares, na preparação de cardápios e receitas.

      Segurança alimentar: fazer vistoria em cozinhas industriais e restaurantes para verificar se as regras de segurança alimentar estão sendo cumpridas.

      Mercado de Trabalho

      crise econômica reduziu o faturamento de restaurantes, bares e lanchonetes, mas, ainda assim, este mercado é um dos grandes absorvedores de mão de obra no país. Ao todo, ele emprega cerca de 6 milhões de pessoas, entre funcionários que trabalham na cozinha, no salão e na administração do negócio.

      Embora a presença do bacharel ou do tecnólogo em Gastronomia não seja obrigatória nos restaurantes do país, a demanda por esse profissional cresce a cada ano, tanto por seus conhecimentos técnicos quanto por sua capacidade de trazer eficiência aos processos, minimizando os desperdícios.

      Ele também é contratado para atuar como consultor na abertura ou reestruturação de restaurantes, e pode empreender, abrindo seu próprio negócio no ramo da gastronomia ou dando continuidade ao restaurante da família.

      Outra área que se destaca é a de catering, em que o profissional cozinha para eventos corporativosempresas aéreasclínicas e hospitais. Os eventos na área de alimentos, como feiras e festivais gastronômicos, também estão em alta.

      Geralmente, o bacharel entra no mercado de trabalho como auxiliar de cozinha. A maioria das vagas está na Região Sudeste, no Rio de Janeiro e em São Paulo. Capitais do Norte e do Nordeste também demandam profissionais, principalmente em hotéis e resorts.

      Curso

      O currículo do bacharelado mescla disciplinas teóricas e práticas. Assim, aulas de história da gastronomia, bioquímica, microbiologia e segurança alimentar se intercalam com atividades como preparação de coquetéis e drinques, panificação, sobremesas, confeitaria, cozinhas brasileira e internacional.

      Há ainda disciplinas gerais, como sociologia, matemática, estatística, psicologia e direito, e outras de gestão, como funcionamento de restaurantes, desenvolvimento de pessoal e gestão financeira.

      Alguns cursos têm aulas de inglês, espanhol e francês instrumentais. O trabalho de conclusão de curso, assim como o estágio, não são obrigatórios.

      Atenção: Univali, em Balneário Camboriú (SC), oferece a habilitação em cozinheiro chef internacional e pâtissier.

      Duração média: 4 anos.

      No curso tecnológico, o aluno passa a maior parte do tempo na cozinha, aperfeiçoando habilidades como o manuseio de instrumentos e técnicas de preparo. Recebe noções de higiene e segurança alimentar e aprende a organizar eventos e banquetes.

      Estuda conteúdos de administração e marketing, como custos, gestão de pessoas e empresarial, mas com ênfase menor do que no bacharelado. Algumas escolas oferecem disciplinas especiais, como gastronomia hospitalar, dietas alternativas e técnicas dietéticas.

      Duração média: 2 anos.

Gastronomia: conheça o percurso e o dia a dia de um profissional

Rotina inclui desde a organização da cozinha até a criação de cardápios, passando pelo recebimento de mercadorias e controle do estoque

Estudantes de Gastronomia participam do “Desafio Senac: Alunos no Comando!”, no Grande Hotel São Pedro, hotel-escola Senac, em Águas de São Pedro (SP) (Senac-SP/Reprodução)

Na hora da escolha do curso superior, se você já tem uma opção de graduação em vista, o próximo passo pode ser conversar com um profissional para saber mais sobre sua área de atuação e como é a sua rotina de trabalho. Quanto mais informações você reunir, não só do curso, mas também do que o profissional faz no mercado de trabalho, mais chances terá de avaliar se essa carreira combina com você.

Neste post, entrevistamos Bruno Darlan, de 27 anos, que concluiu o curso de graduação tecnológica em Gastronomia no ano passado e hoje trabalha como primeiro cozinheiro no Grande Hotel Campos do Jordão, hotel-escola do Senac São Paulo. Ele conta como foi o seu percurso até aqui e como é o seu dia a dia de trabalho.

Bruno, como você escolheu a Gastronomia?

Eu vim da área da indústria, era técnico em mecânica, e só criei coragem para fazer essa transição por dois motivos: primeiro, porque recebi apoio de familiares e amigos, depois, porque participei do programa de Capacitação para Cozinheiro, oferecido gratuitamente pelo Centro Universitário Senac. Depois desse curso, eu tive a certeza de que queria me graduar em gastronomia. Foram quatro meses e meio de aulas práticas e teóricas em período integral, junto ao Hotel-Escola Senac, em Campos do Jordão. Aprendi técnicas específicas de cozinha, além de conceitos e práticas de logística, higiene e manipulação de produtos. Essa vivência foi essencial para a minha decisão.


Como foi a graduação e o que você mais gostou no curso?

O que eu mais gostei e o que mais me estimulou durante a graduação foi o Desafio Senac: Alunos no Comando! Nessa atividade, os alunos gerenciam e operam o hotel-escola como se fossem os funcionários, com o hotel ocupado por hóspedes reais, durante todo um final de semana. Eu participei de duas edições do desafio. Na primeira, fui chef de cozinha executivo. E, na segunda, ocupei o cargo de gerente de alimentos e bebidas.


Poderia explicar o que se faz exatamente em cada uma dessas funções?

chefe de cozinha é o responsável por supervisionar toda a cozinha, para que as produções e cardápios saiam conforme o planejado. Ele elabora os cardápios, monta as escalas e a brigada de serviço (define a hierarquia na cozinha, separando os funcionários responsáveis pela preparação dos alimentos por setores, em que cada um tem uma tarefa determinada).

Já o gerente de alimentos e bebidas estrutura e organiza toda a programação relacionada aos alimentos e bebidas, juntamente com os assistentes dessa área, chef de cozinha e maitre. Ele monta a equipe de salão (que atende os clientes) e de cozinha.

E como foi a sua experiência profissional até chegar ao atual emprego?

Quando morei em Búzios, no Rio de Janeiro, trabalhei como cozinheiro em um restaurante à la carte e em um hotel. Também ministrei cursos livres (de massas, risotos, pizza, temaki e outros) em uma escola de gastronomia. Depois disso, eu fui para Campos do Jordão, onde tive mais uma experiência como cozinheiro de um restaurante até que cheguei ao Grande Hotel Campos do Jordão como ajudante de cozinha. Entrei no Grande Hotel também por ter me destacado quando ainda era aluno. O Hotel-Escola nos abre essa possibilidade.


Como é a sua rotina de trabalho hoje? Poderia nos contar e explicar quais são suas principais funções?

Eu faço a abertura de cardápio, que é como se fosse um briefing (resumo) das produções que serão realizadas no dia, e verifico o cardápio semanal.

Preparo os alimentos para cozimento ou consumo, auxilio na montagem e reposição de buffet e no recebimento das mercadorias, fazendo controle da validade dos produtos.

Faço lançamentos de módulo chef, que é um documento onde se lista toda a matéria-prima que foi utilizada pela cozinha, para o controle de custo.Encaminho as requisições do setor para o subchefe ou chef executivo ou insiro no sistema na ausência deles.

Confiro as ordens de serviço referentes às possíveis entregas a serem feitas, de acordo com os eventos do hotel, e acompanho inventários, que são contagens realizadas periodicamente para o controle do estoque.

Também sou responsável pela supervisão do desempenho dos ajudantes e cozinheiros e recepciono, acompanho e oriento os alunos do Centro Universitário Senac, enquanto estão em suas atividades práticas no hotel-escola, além dos alunos do curso de capacitação para Cozinheiro, que é o mesmo que eu fiz.

Sempre devo manter o local de trabalho limpo e organizado e zelar pelos equipamentos e utensílios de trabalho. Ajudo nos demais setores e departamentos, sempre que necessário, e executo trabalhos externos pela unidade.

Além de tudo isso, na ausência do subchefe ou chef executivo, eu respondo pela cozinha, para que tudo saia conforme planejado, ficando com as responsabilidades de criar os cardápios, montar escalas e a brigada de serviço, por exemplo.

Vivencio uma rotina bem intensa, que abrange todas as áreas de atuação da minha profissão.


Quais as suas perspectivas na carreira?

Espero continuar crescendo, sempre estudando cada vez mais. Comecei a cursar uma pós-graduação em Gestão de Negócios em Serviços de Alimentação neste ano. Quero ter experiência e conhecimentos necessários para exercer um cargo de gestão na área de alimentos e bebidas, como o de um chef de cozinha executivo ou de assistente de alimentos e bebidas.


Que conselho ou dica daria para quem quer cursar Gastronomia?

Procurem conhecer melhor como funcionam as coisas dentro dos ambientes profissionais da área. E tenham a consciência de que quem estuda gastronomia, acima de tudo, precisa ter a experiência de cozinheiro. Chef de cozinha é um cargo e não uma profissão. Depois, como em todas as áreas, precisa-se de muito suor, esforço e humildade para conseguir evoluir e crescer profissionalmente.

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